quarta-feira, 25 de abril de 2012

Resumo publicado no II BIOTA e I Ciclo Nacional de Estudos de Biologia 2011


Materiais empregados na construção de casas pau-a-pique na comunidade Saloba Grande, Porto Estrela – MT

Barbão , A. J. M.; Andrade, L. L.; Rocha , R. C. C.; Silva , E. M. P.; Nunes , J. R. S..

INTRODUÇÃO
As casas pau-a-pique é um tipo de construção muito antiga bastante utilizada nos períodos coloniais. Essas casas consistem na fixação de madeiras ou bambu, geralmente amarrado verticalmente por cipós, originando uma estrutura firme e bastante vazado. Os vãos são preenchidos com barro, que depois de seco transformas-se em parede firme e espessa. Essa técnica permite uma construção de baixo custo associada à menor agressão dos recursos naturais. Sendo assim, este trabalho teve por objetivo descrever os materiais empregados na construção de casas pau-a-pique.

MATERIAL E MÉTODOS
O estudo foi desenvolvido na comunidade Saloba Grande localizada no município de Porto Estrela – MT. Foram entrevistados dez moradores através de um questionário sobre os materiais utilizados nas casas pau-a-pique. 



RESULTADOS E DISCUSSÃO

O material lenhoso provém de grandes propriedades (fazendas), pois, as propriedades dos entrevistados não dispõem dos recursos necessários a construção das casas. Dentre as árvores utilizadas, temos a embaúba, aroeira, cambará, carijó, peroba, bambu e piúva. Já para o reboque são utilizados barros com fezes bovinas e palha de arroz, visto a capacidade desses materiais em dar liga ao barro para a fixação e também por atuar como isolante térmico. Para a cobertura são utilizados o indaiá e o babaçu, o indaiá é mais utilizado devido a sua maior durabilidade, cerca de dez anos. Apesar das vantagens da construção dessas casas, vem sendo constatada a substituição dessas casas por alvenaria, isso em decorrência do maior poder aquisitivo e escassez dos recursos naturais (material lenhoso), uma vez que são retirados de grandes propriedades, além da área está situada próxima a Estação ecológica Serra das Araras tornando-se difícil a extração, devido à fiscalização.

Para obter este trabalho em .pdf, acesse: http://biota.nectar.bio.br/arquivos/2011/rvf/a0xigmuteb.pdf


quarta-feira, 18 de abril de 2012

Resumo expandido publicado no I BIOTA - Ciclo de Estudos de Biologia de Tangará da Serra em 2009



Ocorrência de besouros rola-bosta (Scarabaeidae:Scarabaeinae) em áreas de mata 
e de pastagem em Tangará da Serra, MT, Brasil

Fabricio Coletti, Reniel C. Paula, Lucas L. Andrade, Jamile F. Cossolin, Ricardo J. Silva.


Palavras-Chaves: copro-necrófagos, riqueza de espécies, pitfall.

1 – Introdução
Os besouros rola-bostas (Coleóptera:Scarabaeidae:Scarabaeinae) são insetos detritivoros e podem ser divididos em três grupos quanto ao hábito alimentar: coprófagos, alimentam-se de fezes; saprófagos, alimentam-se de frutos e matéria vegetal em decomposição; necrófagos, alimentam-se de cadáveres. Estes besouros desenvolvem um importante papel na ciclagem de matéria orgânica nos ecossistemas e são frequentemente utilizados em trabalhos de ecologia, comportamento, entomologia econômica e entomologia forense (Halffter e Matthews, 1966).
Muitos besouros rola-bostas possuem o hábito de processar excrementos fecais, preferencialmente de mamíferos, formando uma bola de alimento que pode ser rolada ou enterrada, o qual serve como substrato para a oviposição e futuro alimento de suas larvas (Halffter e Matthews, 1966). Este comportamento faz dos besouros rola-bostas importantes inimigos naturais sobre a população mosca dos chifres que parasita rebanhos bovinos (Flechtmann e Rodrigues, 1995). Os rola-bostas também atuam como agentes secundários de dispersão de sementes de muitas espécies de árvores nas florestas neotropicais, participando do processo natural de regeneração da floresta (Estrada e Coates-Estrada, 1998).
Os rola-bostas são bem conhecidos em termos taxonômicos e funcionais, estão distribuidos em 12 tribos, 234 gêneros e 6.000 espécies distribuídas em todo o mundo (Hanski e Cambefort, 1991). Para o Brasil são registradas 618 espécies incluídas em 49 gêneros (Vaz-de-Mello, 2000). Sendo considerado um grupo monofilético e taxonomicamente bem definido (Halffter, 1991), com grande potencial para estudos sobre a biodiversidade (Halffter e Favila, 1993).
As alterações e modificações no habitat, sejam elas de origem antrópica como a fragmentação (Nichols  et al.,  2007; Gardner  et al., 2008), ou mudança natural na estrutura da vegetação (Davis et al., 2008; Durães et al., 2005), podem afetar a riqueza e a composição da assembléia dos besouros rola-bosta (Davis et al.,  1999; Milhomem, 2003). Muitas espécies de rola-bostas tendem a ser especialistas de habitat (Halffter, 1991), respondendo as mudanças no gradiente ambiental (Durães  et al.,  2005; Almeida e Louzada, 2009). Assim, este trabalho teve como objetivo analisar a riqueza e a composição da assembléia de besouros rola-bostas em áreas de mata e de pastagem em Tangará da Serra, Mato Grosso, Brasil.
2 - Material e Métodos
2. 1 - Área de Estudo
Foram delimitadas duas áreas, um fragmento de mata estacional semidecídua, (14°40`04.12”S 57°23`14.12”W) e uma área de pastagem (14°39`05.43”S 57°25`35.58”W). Ambas as áreas encontram-se próximas à cidade de Tangará da Serra, com distância de aproximadamente 5Km entre si.
2. 2 - Coleta dos dados
Para a coleta dos besouros rola-bostas, foi utilizadas armadilhas do tipo pitfall, constituída de um recipiente plástico de 19 cm de diâmetro e 11 cm de profundidade com uma cobertura para proteger de folhas e da chuva, enterradas ao nível do solo. No seu interior foi colocado um recipiente de 100ml contendo isca, foram utilizadas duas iscas: baço bovino em decomposição e fezes humanas fresca, exposta por um período de 48h (01-02/07/09).
No fragmento de mata e no pasto foram delimitados seis pontos, distantes 50 metros um do outro. Para cada ponto foram instaladas duas armadilhas, distantes três metros uma da outra, uma armadilha com baço bovino em decomposição e a outra com fezes humanas. O primeiro ponto da área de mata foi instalado à 50m da borda da mata, para retirar o efeito de borda. Após o termino das coletas o material foi levado para o laboratório de entomologia da UNEMAT, campus de Tangará da Serra, MT, onde foi triado, acondicionado em mantas entomológicas e identificado até o nível de gênero.
2. 3 - Análise dos dados
Primeiramente para a análise dos dados, a riqueza e a abundância das repetições foram somadas, obtendo-se um total para cada área. Após a soma obteve-se uma curva de acúmulo de espécies confeccionada a partir do programa EstimateS Win.7.52. Para comparar a composição de espécies de besouros rola-bostas entre as duas áreas amostradas aplicou-se o Coeficiente de Similaridade de Bray Curtis, para isso foi utilizado o software livre R (R Development Core Team, 2007).
3 - Resultados
Foi observada uma riqueza total de 15 espécies, a área de pasto apresentou a maior riqueza 10 espécies e na área de mata ocorreram sete espécies de rola-bostas (Figura 01). Foi coletada uma abundância total de 68 indivíduos, 44 destes no pasto e 24 na mata. A área de pastagem apresentou oito espécies exclusivas (Canthon sp.1, Canthon sp.2, Canthon sp.3, Canthidium sp.3, Canthidium sp.4, Canthidium sp.5, Atheuchus sp.1, Onthophagus sp.1), enquanto que na área de mata apresentou cinco espécies exclusivas (Dichotomius  sp.1,  Dichotomius sp.2,  Eurysternus sp.1, Canthidium sp.2, Sylvicanthon sp.1). Apenas as espécies Canthidium  sp.1 e Ontherus  sp. ocorreram nas duas áreas de coleta (Tabela 01). O resultado obtido através do índice de Bray Curtis foi de 8,80%.

4 - Discussão
A baixa riqueza e abundância obtida neste estudo, podem ser explicadas pelo fato das coletas terem sido realizadas em época de seca. Silva et al (2008) que trabalharam em época de chuva, em um fragmento próximo ao local de coleta deste trabalho, utilizando pitfall com fezes humanas, coletaram 387 indivíduos distribuidos em 13 espécies e utilizando fígado bovino coletaram 179 indivíduos pertencentes a quatro espécies. A maior riqueza e abundância dos besouros rola-bostas no cerrado é observada no inicio da estação chuvosa Milhomem (2003). 
O ciclo de vida desses insetos é influenciado pelas condições climáticas, principalmente pelos índices de pluviosidade, com os adultos aparecendo no início das chuvas e permanecendo ativos durante as semanas seguintes e nidificando no final das mesmas (Diniz, 1997 apud Milhomem, 2003).
A maior abundância coletada foi observada na área de pastagem, o que pode ser explicado, pelo fato da área apresentar criação extensiva de gado, onde a disponibilidade de recursos alimentares se torna maior para os rola-bostas, quando comparada com a área de mata. Segundo Assis júnior 2000, locais com menor qualidade e maior quantidade de recursos, como pastagens, tende a apresentar menor riqueza de espécies, porém maiores abundâncias populacionais. Em estudo feito em áreas de floresta e pastagens, foi observada uma riqueza maior em pastagem (Assis júnior, 2000; Halffter, 2001).
As diferenças na riqueza e abundância entre as áreas abertas e mata, pode ser explicado, pelo fato do fragmento de mata estudado ser relativamente pequeno (menos de 10Ha) o que pode acarretar na baixa diversidade de mamíferos, reduzindo a disponibilidade de recursos alimentares. Vários trabalhos, observaram maior riqueza de espécies em áreas mais abertas, quanto comparadas com áreas de mata (Milhomem, 2003; Spector e Ayzama, 2003). Entretanto diferente dos dados obtidos no presente trabalho, outros estudo encontraram maior riqueza e abundância em áreas de mata (Costa et al. 2009; Almeida e Louzada, 2009; Durães 2005).
A baixa similaridade entre as assembléias de besouros rola-bosta, pode ser explicada pelo que a maioria das espécies destes besouros são especialistas de habitat e respondem prontamente as variações ambientais  (Halffter, 1991). Vários trabalhos observaram baixa similaridade entre as assembléias de besouros rola-bostas de áreas abertas, quando comparadas com áreas fechadas (Milhomem, 2003; Spector e Ayzama, 2003).
5 – Conclusão
Podemos concluir que as áreas de pastagem apresentaram maior riqueza que as áreas de mata, constatando baixa similaridade entre as assembléias de besouros estudadas.

Link para encontrar o trabalho completo, disponível para download: http://biota.nectar.bio.br/arquivos/REECO%20Fabricio%20Coletti.pdf

A importância de postar este resumo expandido é porque ele foi minha iniciação científica, o primeiro trabalho que publiquei, juntamente com meus colegas, e o Doutorando Ricardo José da Silva, a quem dedico está postagem.






quinta-feira, 12 de abril de 2012

Resumo publicado no XXIX Congresso Brasileiro de Zoologia 2012

HÁBITOS ALIMENTARES DE PEIXES DO RIO CARLINDA – MT BRASIL


EZEQUIAS DA SILVA FREITAS1, DIVINA SUEIDE GODOI2, SOLANGE ARROLHO3, LUCAS LEAL DE ANDRADE4, RENAN DE OLIVEIRA5

O Brasil possui uma vasta rede hidrográfica, possibilitando uma grande diversidade de peixes sendo que boa parte dessa diversidade está concentrada no Mato Grosso, principalmente no norte, na bacia Amazônica. O estudo da dieta dos peixes permite identificar as categorias tróficas das quais pertencem e também sua estrutura gerando subsídios para o entendimento das relações da ictiofauna. As variações sazonais são importantes fatores que afetam a estrutura da comunidade de peixes, principalmente as que estão relacionadas à dieta, a qual apresentará um número de espécies com diferentes hábitos e comportamentos alimentares. Neste trabalho foram analisados os hábitos alimentares das espécies de peixes coletadas no rio Carlinda observando os conteúdos estomacais encontrados em dois períodos sazonais (seca e cheia). O estudo foi realizado em um afluente do rio Teles Pires, o rio Carlinda, localizado entre os municípios de Carlinda e Alta Floresta – MT. Visando delimitar a área de trabalho, foram demarcados três trechos de coleta no rio (Nascente, curso intermediário e foz). As coletas ocorreram nos períodos da cheia e da seca, utilizando diferentes materiais de pesca e diversas iscas. Foram coletados na nascente 81 espécimes, no curso intermediário 143 e na foz 82, desses, 25 espécies na seca e 29 na cheia, totalizando 33 espécies. Nas análises, utilizaram-se os métodos de freqüência de ocorrência e índice volumétrico (Hynes, 1950; Hyslop, 1980). O resultado da freqüência de ocorrência e índice volumétrico foi combinado no índice de importância alimentar de Kawakami e Vazzoler (1980). O item alimentar predominante foi restos vegetais (nascente), detrito (curso intermediário), restos de peixe e restos vegetais (foz). Algumas espécies apresentaram hábitos diferenciados quando comparados com outros autores, esta diferença pode estar relacionada ao número de exemplares analisados nesta pesquisa, e também pelo fato de que algumas espécies variaram a porcentagem dos itens consumidos, indicando plasticidade alimentar. Os hábitos alimentares desses peixes podem estar relacionados às condições sazonais e os tipos de vegetações encontradas na mata ciliar. Na nascente a vegetação era aberta e com poucas árvores, no curso intermediário apresentava mata semi-aberta e árvores de porte médio, já na foz, mata fechada, com um número maior de árvores de grande porte. Essas variações podem influenciar os recursos alimentares para a ictiofauna. As espécies coletadas foram classificadas como: herbívoras, insetívoras, carnívoras e detritívoras e mantiveram seus hábitos alimentares em ambos os períodos, somente duas espécies (Pimelodus albofasciatus e Bryconops melanurus) alteraram seus hábitos alimentares.

Palavras - Chave: Ictiofauna, Diversidade, Dieta, Bacia amazônica.


terça-feira, 3 de abril de 2012

O ciclo menstrual!


O ciclo menstrual obedece às interações de hormônios produzidos na hipófise (FSH e LH) com hormônios ovarianos (estrógeno e progesterona). Os primeiros ciclos menstruais iniciam-se por volta dos 11-15 anos de idade; a primeira menstruação é chamada de menarca.

Sob ação do hormônio FSH, um folículo ovariano (conjunto de células com um ovócito primário em seu interior) inicia seu desenvolvimento. Durante o desenvolvimento folicular, as células foliculares secretam estrógeno, hormônio responsável pela determinação e manutenção das características sexuais secundárias femininas (aumento da vagina e do útero; alargamento dos quadris; desenvolvimento das mamas; desenvolvimento de pêlos nas axilas e púbis).

Uma outra importante função do estrógeno é provocar a proliferação das células do endométrio (camada mais interna do útero). O estrógeno ainda vai estimular a liberação do hormônio LH pela hipófise. Em menos de 24 horas aumenta-se acentuadamente a concentração de LH, que provoca a ruptura do folículo maduro (ovulação).

Após o rompimento do folículo, as células foliculares dão origem aocorpo lúteo (sob ação do LH), o qual passa a produzir doses crescentes do hormônio progesterona, cuja ação acentua o espessamento do endométrio, promovendo a sua vascularização.

A progesterona, produzida pelo corpo lúteo, passa a inibir a produção de FSH e LH pela hipófise. Com a queda do hormônio LH, o corpo lúteo regride (transforma-se em corpo albicans), que é inativo. Como conseqüência, há redução da taxa de progesterona e estrógeno; sem esses hormônios, o endométrio não se mantém e sua camada mais superficial se descama: é a menstruação (que se caracteriza por um sangramento cuja duração varia, normalmente, de três a sete dias).

Com a redução da taxa de estrógeno e de progesterona, a hipófise passa a secretar mais FSH, e um novo folículo entra em desenvolvimento, recomeçando novo ciclo menstrual.

Autor: Prof. Evandro Marques de Oliveira - Bacharel e Licenciado em Ciências Biológicas pela UFV-MG; Pós-Graduado em Biologia pela UFLA-MG; Professor do Ensino Médio e Pré-Vestibulares desde 1988.

Referência: Disponivel em: <http://www.vestibulandoweb.com.br/biologia/teoria/ciclo-menstrual.asp>, Acesso em: 03/04/2012.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Dia da Água!


Água

Ela é usada,
perdida, abusada e
desperdiçada
o nome dela é água.

Água no rio, água no mar
se todo mundo desperdiçar e abusar
onde isso tudo vai parar?
um dia vai acabar.


E a chuva? Onde está?
em muitos lugares já não há
E agora é só olhar para trás
O que antigamente desperdiçou, hoje já faltou

Enfim, essa é a água

que muitas pessoas não economizam
porque não precisam,
mas um dia acabá
E dela vamos necessitar

Alunas: Amanda, Elika e Maria Eduarda
Escola: I.P.E.S.
Série: 7B


Hoje, o dia da água, um bom dia para retornar as postagens, em comemoração ao dia da água e também o retorno das postagens neste blog! Posto agora, um texto produzido por alunas (Amanda, Elika e Maria Eduarda) da 7 série B do colégio I.P.E.S. em homenagem ao dia da água! Produzir este texto foi uma atividade proposta pela Professora Isamar da disciplina de Português na turma 7B. Estou acompanhando está turma em meu estágio de licenciatura 1, quando vi o texto dessas alunas durante a apresentação, achei que seria uma ótima maneira de retornar as postagens. Acho importante demonstrar aos alunos que o que eles produzem é válido e ele podem e devem publicar, mostrar para sociedade. Fica aqui a daqui para alunos, professores e outros.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Pedido de desculpas!

Gostaria de pedir desculpas a todos os amigos e leitores do meu blog, por não estar postando a um bom tempo, desde ano passado, o motivo é a sobrecarga de atividades da universidade, porém isto tem me proporcionado muitos conhecimentos que serão postados aqui futuramente, espero voltar a postar o mais rápido possível, obrigado.

Att

Lucas Leal de Andrade

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Água é vida!

O ser humano pode ficar até 5 minutos sem respirar, até 35 dias sem comer, mas morre em 5 dias se não ingerir líquidos. A água é essencial à vida. Todo ser vivo do planeta depende de um fluxo de água contínuo e do equilíbrio entre a água que o organismo perde e a que ele repõe.

Assim como a água irriga e alimenta a Terra, que tem 70% de sua superfície formada por água; o sangue irriga e alimenta nosso corpo que é constituído também por 70% de água.

Quando o corpo perde líquido, aumenta a concentração de sódio que se encontra dissolvido na água. Ao perceber esse aumento, o cérebro coordena a produção de hormônios que provocam a sede. Se não beber água, o ser humano entra em processo de desidratação e pode morrer de sede em cerca de dois dias.

O corpo humano possui muita água, pode-se até dizer que ele é um tanque d'água em que estão dissolvidas várias substâncias. Para se ter uma idéia, um bebê na barriga da mãe tem 95% do seu peso em água, o recém nascido tem 80% e o ser humano adulto tem cerca de 70% de água; sendo a desidratação uma das particularidades da velhice, o idoso tem apenas cerca de 40% do peso em água.

A água do nosso corpo é como um rio navegável, ela propicia nas células, no sangue das veias e artérias, no líquido intersticial e na linfa que corre nos vasos linfáticos, as condições favoráveis para o transporte e ação de diversas moléculas indispensáveis à vida. Na verdade, ao tomarmos água, estamos repondo também sais minerais como o sódio, o potássio, o cálcio, entre outros dissolvidos nela.

Toda água que tomamos não fica parada em nosso organismo, ela está sempre em constante movimento; um adulto pode trocar de 5% a 10% da água consumida por dia. Perdemos água no controle da temperatura do corpo quando suamos e no metabolismo da própria respiração; a quantidade depende da temperatura ambiente e da intensidade de exercícios físicos que fazemos. Podemos eliminar de 1,0 a 20 litros de urina por dia, esse controle é feito pelos rins e aparelho urinário.

Diariamente um adulto perde cerca de 1,5 litro de água, ou seja: por meio da urina - 1 litro; da transpiração - 200 ml; da respiração - 100 ml e da evacuação - 200 a 300 ml. Para suprir essa falta e manter o bom funcionamento orgânico, o mecanismo da sede é acionado.

No cérebro, um centro nervoso controla a sede. Por meio de receptores sensíveis à concentração do sangue é possível saber se há ou não líquido no organismo. Nesse caso, é disparada a vontade de beber. Ao beber, sensores detectam a presença de água indicando ao cérebro se a sede está ou não saciada. Nos rins, outros receptores "fiscalizam" o nível de hidratação do organismo. Se estiver baixo, a ordem é "economizar", então a pessoa pára de urinar. Enquanto desce pelo tubo digestivo, uma porcentagem mínima de água é consumida. O máximo da sua absorção ocorre no intestino, onde a corrente sanguínea é amplamente irrigada.

O sangue "hidratado" beneficia todo o corpo porque distribui melhor os nutrientes que transporta. Quando o nível da água diminui, a pressão cai, a circulação fica lenta e o organismo sofre deixando de receber a energia necessária. O coração faz mais esforço na tentativa de bombear o sangue para todo o corpo, as células cerebrais recebem pouco oxigênio e diminuem sua atividade e o rim filtra menos toxinas. É recomendável a ingestão diária de 300 ml de água por quilo de peso para os adultos; e para as crianças, de seis meses a um ano de vida, de 100 a 120 ml por quilo de peso.

Todos animais e plantas têm muita água em sua constituição, entretanto a quantidade é que pode variar. A água viva tem 95% de água, o tomate 94%, a Minhoca 80%, o Abacaxi 87%, a Galinha 74%, o Peixe 67%. Nos animais em geral, a água é o componente principal do sangue, transportando alimentos e oxigênio a todas as partes do corpo. Nos vegetais a água dissolve os elementos essenciais do solo e os transporta na forma de seiva, das raízes às folhas. Até mesmo dentro de algumas pedras tem água, as chamadas águas fossilizadas.

Hoje, mais do que nunca, a vida do homem depende da água. Para produzir um quilo de papel, são usados 540 litros de água, um litro de leite 4 mil litros de água, para fabricar uma tonelada de aço, são necessários 260 mil litros de água; para obtenção de 1 quilo de carne são necessários de 20 a 60 mil litros de água; enfim, para satisfazer suas necessidades básicas uma pessoa gasta até 300 litros de água por dia.

Em apenas uma gota d'água podem existir até cerca de 50 mil espécies diferentes. Existe dentro de uma gota d'água um universo totalmente diferente, que só pode ser visto com microscópio, por que alguns seres têm por volta de 0,001 milímetros de tamanho. Algas e protozoários constituem a maior parte destes seres microscópicos, as algas são muito importantes porque produzem oxigênio e servem de alimento, mas em ambiente poluído podem causar cheiro, gosto e toxinas na água.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Vamos Limpar Tangará



Mude seu comportamento. O lixo é responsabilidade nossa!

Exerça sua cidadania.

Vamos fazer um grande mutirão e limpar tangará em um só dia.

Desenvolver a consciência da educação ambiental, envolvendo toda população tangaraense em um mutirão de limpeza e na manutenção de forma permanente desta, a fim de pleitearmos o título de “município ambientalmente responsável”.

Acontecerá dia 17 de outubro de 2010, começando as 8 horas da manhã.

Colabore você também, inscreva-se no blog: http://vamoslimpartangara.blogspot.com/ e obtenha maiores informações.

Ajude. Participe!

Realização: bpw e colaboradores.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Ameiva ameiva Linnaeus, 1758 (Sáuria: Teiidae)

Ameiva ameiva

O lagarto Ameiva ameiva Linnaeus, 1758 (Sáuria: Teiidae), conhecido popularmente como “calango” ou “calango verde”, possui uma ampla distribuição geográfica entre os lagartos neotropicais ocorrendo em áreas abertas na América do Sul e Galápagos (Vanzolini et al., 1980), também no Panamá e em Ilhas do Cáribe (Schwartz & Henderson, 1991; Peters e Donoso-Barros, 1986). No Brasil, é encontrado em grande parte do país (Vanzolini, 1972). É normalmente abundante onde ocorre e parece alcançar altas densidades em áreas naturais e áreas antropicamente alteradas (Vitt e Colli, 1994). O gênero Ameiva é considerado como lagartos com estratégias alimentares do tipo forrageamento ativo, conferindo-lhes uma grande amplitude de presas (Huey e Pianka, 1981).

Referências Bibliográficas

TEIXEIRA, R. L. & GIOVANELLI, M. 1999. Ecologia de Tropidurus torquatus (Sáuria: Tropiduridae) da restinga de Guriri, São Mateus - ES, Revista Brasileira de Biologia, 59(1): 11-18.

HUEY, R. B. & PIANKA, E. R. 1981. Ecological consequences of foraging mode. Ecology, 62: 991 – 999.

PETERS, J. A. & DONOSO-BARROS, R. 1986. Catalogue of the Neotropical Squamat. Part II. Lizards and amphisbaenians. U.S. Natl. Mus. Bull. 297 p.

SCHWARTZ, A. & HENDERSON, R. W. 1991. Amphibians and Reptiles of the West Indies: Descriptions, distributions, and natural history. University of Florida Press, Gainesville.

VANZOLINI, P. E. 1972. Miscellaneous notes on the ecology of some Brazilian lizards (Sauria). Pap. Avulsos Zool. (São Paulo), 26: 83 – 115.

VANZOLINI, P. E., RAMOS-COSTA, A. M. M. & VITT, L. J. 1980. Répteis das Caatingas. Academia Brasileira de Ciências, Rio de Janeiro.

VITT, L. J. & COLLI, G. R. 1994. Geographical ecology of a Neotropical lizard: Ameiva ameiva (Teiidae) in Brazil. Can. J. Zool., 72: 1986 – 2008.

SILVA, T. F., ANDRADE, B. F. E., TEIXEIRA, R. L. & GIOVANELLI, M. 2003. Ecologia de Ameiva ameiva (Sauria, Teiidae) na Restinga de Guriri, São Mateus, Espírito Santo, Sudeste do Brasil. Bol. Mus. Biol. Mello Leitão, 15: 5 – 15.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Resumo critico: Evolução e religião; Evoluir ou não evoluir?; A Rainha Vermelha e o Bobo da Corte.

Rainha Vermelha e o Bobo da Corte

A resistência de alguns grupos religiosos à evolução é um problema que me deixa simultaneamente perplexo e entristecido. Como racionalista de carteirinha e cientista militante, tenho dificuldade em entender essa situação. Como pode um indivíduo pensante desprezar evidências empíricas gritantes e concretas para adotar em seu lugar um pensamento anticientífico, com base apenas em revelações e escrituras milenares de origem obscura que alegam ser de autoria divina?

A ciência da evolução não precisa se modificar as crenças religiosas e sim a religião se adaptar com a realidade da evolução. Pois, a teoria de evolução é comprovada com evidências de dados paleontológicos, geológicos e fisiológicos.

Darwin escreveu a origem das espécies e explicou a teoria da evolução, fato realizado a partir da seleção natural. E em momento algum ele propôs a inexistência de Deus, ele simplesmente não precisou desta hipótese para explicar a origem dos seres vivos.

“Existe um desenho aparente nos organismos vivos. Mas a seleção natural é suficiente para explicar isto. Não é necessária a hipótese da existência de um desenhista.”

Assim a evolução por seleção natural é perfeitamente compatível com a crença na existência de Deus. Importante é frisar que os evolucionistas não se preocupam com estás questões espirituais e sim com a geração da diversidade dos seres vivos na Terra.

No meu ponto de vista, como adepto ao evolucionismo, os fatos científicos comprovam e reforçam a teoria da evolução. O problema é que em tempos antigos, a religião foi muito forte e vem sendo até hoje, isto é passado de pai para filho entre os povos. Mas hoje em dia com a ciência em alta, isso tem mudado a forma de pensar de muitos povos.

Algumas pesquisas recentes mostram que a popularidade do evolucionismo no mundo chega a 80%, comprovando uma grande aceitação da teoria da evolução, principalmente em países da Europa e da Ásia.

No Brasil, o IBGE pesquisou, e o criacionismo ainda prevalece, mas pode se notar grandes mudanças, pois, muitos estão relacionando o evolucionismo com o criacionismo.

Algo que explica essas mudanças é a questão da educação. Muitas escolas optam pelo ensino religioso, isso pode afetar no entendimento da evolução levando a divergências. Uma vez que um aluno já vem de casa com um pensamento religioso (o que é normal e mais acontece) e chega à escola, se depara com duas formas de como a vida se originou, a religiosa e a científica. Isso ocasionara dúvidas quanto ao método científico, que pelo modo racionalista é o mais correto.


Referência Bibliográfica:

PENA, S. D. 2009, Evolução e religião, Instituto Ciência Hoje.

LOVATI, F. 2009, Evoluir ou não evoluir?, Instituro Ciência Hoje.

COSTA, F. A. P. L. 2009, A Rainha Vermelha e o Bobo da Corte, Instituto Ciência Hoje.

Lucas Leal de Andrade, graduando em Ciências Biológicas pela UNEMAT - Campus de Tangará da Serra.



domingo, 12 de setembro de 2010

Resumo do Filme: HOME, o mundo é a nossa casa!


HOME – O mundo é nossa casa

A Terra se formou a partir de partículas de poeira cósmica, o milagre da vida então ocorreu. Nos lagos quentes da terra originou-se as Arqueobactérias, há 4 bilhões de anos atrás, se alimentando do calor da terra. Exceto as Cianobactérias, as Algas Verdes, que possuem a capacidade de obter energia do sol e são os ancestrais das plantas de hoje em dia. Essas bactérias foram às responsáveis pela alteração da atmosfera, mudando o destino do Planeta, com a transformação do CO2 em O2, liberado na atmosfera. Podendo assim, gerar outras formas de vida na terra.

Com a vida na Terra, toda espécie tem a sua função e o seu lugar, todos se balanceiam. E a 200 mil anos o Homem surgi nessa história mudando a face da Terra. Começando com: a agricultura, que foi a primeira grande revolução, a menos de 10 mil anos dando a luz a cidades e civilizações. Em seguida, a humanidade encontrou uma forma de explorar as energias submersas na terra, como óleo, gás, carvão e minérios. Isso gerou uma rápida mudança no Planeta, uma revolução industrial aconteceu, criação de maquinas, fábricas, grandes edificações e etc., a tecnologia tomou conta.

Quanto mais o mundo cresce, maior é o consumo de energia e essa energia não está sendo renovada. Como a água, que está ficando escassa com o passar dos tempos, a falta de água poderá afetar 2 bilhões de pessoas antes de 2025.

As florestas são os pilares do balanço climático de que dependemos. Em 40 anos a maior floresta tropical do mundo foi reduzida em 20%, a floresta amazônica, todo o desmatamento no planeta está voltado para a agricultura, pecuária e industrialização.

O transporte, industrias, desmatamento, agricultura. Nossas atividades são responsáveis pela liberação de grandes quantidades de carbono, mudando o balanço climático do Planeta. Ocasionando um aquecimento global, que está afetando muito nosso Planeta e só quem tem a perder com isso somos nós, as espécies de seres vivos aqui da Terra.

Mas alguns países ainda são pessimistas e estão dando a volta por cima. Fortalecendo a cultura, educação e inovação. ONGs desenvolvendo solidariedade. A preservação está cada vez mais em alta no Planeta, beneficiando a todas as espécies.

Cabe a nós escrever o que acontecerá daqui pra frente JUNTOS.

Lucas Leal de Andrade, graduando em Ciências Biológicas pela UNEMAT - Campus de Tangará da Serra.

PS: Para mais detalhas assista ao filme.

domingo, 5 de setembro de 2010

Ser Biólogo!


Pensando bem...

Ser biólogo não é só cuidar de plantas e animais, ser biólogo é acreditar na imortalidade da natureza e querer preservá-la sempre mais bela.

Ser biólogo é ouvir os ruídos da natureza, mas principalmente entendê-los e amenizá-los.

É gostar de terra molhada, de mato fechado, de luas, de sol e de chuvas.

Ser biólogo é se importar se a natureza sofre.

Ser biólogo é aproximar-se de instintos.

É perder medos.

É ganhar amigos que jamais irão decepcioná-los.

Ser biólogo é ter ódio de gaiolas, jaulas e correntes.

É perder tempo enorme apreciando vôos de gaivotas.

É permanecer descobrindo, através da natureza a si mesmo.

Ser biólogo é ter coragem de penetrar num mundo diferente e ser igual.

É ser capaz de entender gratidões mudas.

Mas, sem dúvida nenhuma, as únicas verdadeiras, é adivinhar olhares e lembrar do seu tempo de criança.

Ser biólogo é conviver lado a lado com ensinamentos profundos, sobre o amor e a vida.

domingo, 29 de agosto de 2010

Artigo publicado no IV Fórum de Educação e Diversidade - 2010

A PRÁTICA CURRICULAR E O ESTREITAMENTO DA RELAÇÃO UNIVERSIDADE-SOCIEDADE: ATIVIDADE DESENVOLVIDA POR ALUNOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E ENFERMAGEM DA UNEMAT/TANGARÁ DA SERRA-MT

Lucas L. Andrade; Diones Krinski; Daniela O. Pinheiro
Universidade do Estado de Mato Grosso–UNEMAT/Departamento de Ciências Biológicas/Rodovia MT-358, Km 07, Tangará da Serra–MT, 78300-000.
Email: andrade.ll.bio@hotmail.com; dioneskrinski@ibest.com.br; daniela_pinheiro@yahoo.com

Resumo

Sabe-se que promover a integração entre universidade e sociedade é uma obrigação de todos que desfrutam do ensino superior, principalmente quando esta integração é baseada na multiversidade como forma de prestação de serviços visando solucionar problemas sociais, como os relacionados com a saúde. Desta forma, este trabalho utilizou-se das atividades de práticas curriculares, que tem o intuito de promover a melhoria da formação acadêmica além de instruir as práticas docentes, para fortificar as relações de extensão entre a universidade e comunidade tangaraense. Considerando isto, graduandos de Ciências Biológicas (3º Semestre) e Enfermagem (2º Semestre) da UNEMAT/Tangará da Serra- MT realizaram, nos dias 07-08/maio/2010, na Escola Estadual 13 de Maio e Praça da Bíblia, apresentações sobre doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) enfocando formas de controle e prevenção, utilização de métodos contraceptivos entre outras informações relacionadas ao sistema reprodutor feminino e masculino. Os objetivos principais foram informar sobre causas e consequências das DSTs (AIDS, sífilis, cancro, gonorréia, entre outras), bem como seus respectivos métodos preventivos, além de informar sobre métodos para evitar gravidez indesejada. Para isso, os graduandos foram subdivididos em grupos de 5-7 acadêmicos, os quais foram orientados e habilitados para o início das atividades docentes. Para auxiliar na divulgação dos conteúdos foram disponibilizados materiais didáticos explicativos e distribuídos preservativos masculinos e femininos. Enfocou-se também a correta eliminação de preservativos em recipientes adequados, visando uma melhor preservação ambiental devido à problemática do lixo. Participaram das apresentações mais de cem jovens e adultos (de 13 a 39 anos), tendo como público-alvo principal os adolescentes (a maioria dos estudantes tinha entre 16 a 18 anos). A partir da realização deste trabalho, foi possível comprovar e constatar que o assunto (que envolve sexualidade) é de grande interesse, portanto deve ser mais explanado nas Escolas e na cidade de modo geral, merecendo assim receber mais incentivos e apoio das instituições de ensino. No ponto de vista de treinamento para atividades docentes, foi possível comprovar ainda a importância do incentivo em exposições orais, a fim de promover a desenvoltura acadêmica dos graduandos, uma vez que tal prática deveria ser frequentemente utilizada dentro dos cursos das diversas áreas.

Palavras-chave: DSTs, educação, embriologia, métodos contraceptivos

PS: Para visualizar o artigo completo, acesse a página:

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Macetes de Biologia

Aqui vão os ultimos macetes de Biologia. Aproveitem!

NÍVEIS TAXONÔMICOS

Para memorizar a seqüência:

Macete1: O rei ficou claramente orgulhoso da família do genro escolhido.

Macete2: Raio Forte Caiu Ontem Fazendo Grande Estrago.

R= reino; F= filo; C= classe; O= ordem; F= família; G= gênero; E= espécie.

EMBRIOLOGIA

Tipos de Óvulos, Cantar no ritmo de "Ciranda Cirandinha":

Macete: Oligo, oligolécito um mamífero vai dar. Vamos lá heterolécito um anfíbio originar. E o ovo centrolécito um artrópode vai dar. E o ovo telolécito uma ave vai formar. No primeiro e no segundo, segmentação total. No terceiro e no quarto ela é, é parcial.

As fases do desenvolvimento do embrião:

Macete: Mãe Bem Gorda e Neurótica.

M= Mórula; B= Blástula; G= Gástrula; N= Nêurula.

CITOLOGIA

Bases Nitrogenadas

Macete: No DNA - Agnaldo Timoteo e Gal Costa.

A= adenina; T= timina; G= guanina; C= citosina.

No RNA: Substitui Timina por Uracila.

Bases Nitrogenadas Púricas

Macete: ÁGua PURa.

A= adenina; G= guanina; PUR= púrica.

As fases da mitose

Macete: PRoMEto a ANA Telefonar.

P= prófase; M= metáfase; A=anáfase; T= telófase.

Fases da Prófase I

Macete1: Linda Zebra PAstando Durante o DIA.

Macete2: LEva ZIco PAra DIstante Disso.

L= leptóteno; Z= zigóteno; P= paquíteno; D= diplóteno; D= diacinese.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Macetes de Botânica

Agora alguns macetes da Botânica, legal e fácil de lembrar!


Reprodução das plantas

Macete: briófita é gametófito.... o resto é esporófito

Órgãos reprodutivos de plantas

Macete: A FILa ESTÁ ANDando

(Antera+ Filete = ESTAme, cujo o conjunto é o ANDroceu)

Macete: ESTava ESperando O GINECologista

(ESTigma+ EStilete+Ovário= GINECeu)


Obs: no aparelho feminino todos os órgãos começam com VOGAIS!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Macetes de Zoologia

Aqui vai alguns macetes de Zoologia, bem legal e fácil para lembrar!!!

1 - Para memorizar os filos;

Macete: POR Certos PLAnos ASQUErosos ANa MOLestou-se ARrependeu-se EQUIs Chorar;

Por= poríferos; C= cnidários; PLA = platelmintes; ASQUE= asquelmintes; AN= anelídios; MOL= moluscos; AR= artrópodes; EQUI= equinodermos; C= cordados;

2 - Para memorizar os filos dos animais CELOMADOS;

Macete: A MÃE CORoa;

A=Anelídeos; M= Molusco; A= Artrópode; E= Equinodermata; COR= CORdatos;

3 - Para memorizar as Classes dos Platelmintos;

Macete: CÊS TUdo TREMece;

CES= cestoda; TU= TUrbelaria; TREM= TREMatoda;

sábado, 29 de maio de 2010

“It’s evolution baby!” – Um pouco sobre a teoria da evolução.



O pensamento evolutivo tem evoluído (olha só que legal!) ao decorrer dos tempos. Uma vez a grande maioria dos pensadores acreditavam no fixismo. O que vem a ser isso? Bom, o fixismo é uma idéia de mundo que diz que as espécies estão presentes no planeta terra de uma forma e jamais mudarão, mantendo-se “fixas” sempre. Porém, sabe-se que dois caras foram pioneiros em contestar essa idéia, foram eles: sir Charles Darwin e Alfred Russel Wallace.

Charles Darwin é lembrado também por sua viagem feita ao redor do mundo, quando ainda jovem, pelo navio inglês Beagle, onde, com base em várias observações feitas, começou a contestar a até então predominante idéia de fixismo das espécies. Um dos fatos que levou Darwin a pensar sobre uma possível evolução das espécies foi o de encontrar espécies de tentilhão (Fringillidae) muito semelhantes em diferentes ilhas visitadas por ele. Muitos anos após seu retorno da viagem no Beagle, ele trabalhou em muitos outros projetos Darwin era o que se podia chamar de biólogo completo, hahahahaha, pois ele pesquisava nas mais diversas áreas (zoologia, botânica, etc), por mais que sua formação acadêmica tenha sido na medicina. Depois de algum tempo escreveu esboços da obra A Origem das Espécies e o deixou “engavetado” até um dia receber um texto de Alfred Russel Wallace que também tratava de idéias evolucionistas. Acontece que Wallace tinha idéias muito parecidas com a de Darwin e estava preste a publicá-las. Darwin deu um jeito de logo publicar sua obra e assim ter o mérito sobre a teoria da evolução das espécies. (É claro que não devemos desconsiderar Wallace, por mais que o crédito da teoria sempre seja relacionado a Darwin).

Em se tratando de pensadores e contribuidores para as teorias da evolução, cabe lembrar de Lamarck, ou, “o cara das girafas”, que propôs, principalmente, a lei do uso e desuso. Hoje em dia esse cara é tido como “o cara que errou” mas vale muito a pena pesquisar um pouco sobre sua vida e seus pontos de vista sobre a evolução. Outra coisa interessante também é o Neodarwinismo, que mistura as idéias de Darwin com as idéias de genética, principalmente as propostas por Gregor Mendel, ou “o cara das ervilhas”. Darwin e Mendel viveram na mesma época, mas não tiveram a oportunidade de sentarem juntos e discutir sobre o que pensavam, aí vieram nós cientistas atuais e fizemos esse favor de juntarmos os conceitos desenvolvidos pelos dois cientistas. O neodarwinismo, entre outros, trata sobre os principais fatores evolutivos que atuam sobre o conjunto gênico de uma população, sendo eles, mutação, migração, deriva genética e a tão aclamada seleção natural, que é exercida pelo ambiente e tem como resultado a sobrevivência dos indivíduos mais aptos às mudanças que acontecem no meio.

Uma das principais evidências da evolução das espécies são os fósseis de espécimes que viveram em tempos remotos. Eles podem nos fornecer indícios do parentesco destas espécies com as espécies atualmente encontradas.

Enfim, esse tema ainda é muito discutido na ciência e também se tem a famosa “intriguinha” entre ciência e religião que renderia outro texto como esse. De qualquer forma: Viva a evolução!

Reniel Chaves de Paula, graduando em Ciências Biológicas pela UNEMAT – Campus de Tangará da Serra.

Para saber mais: LOPES, S. Biologia – vol. Único. 1 ed. – São Paulo : Saraiva, 2005.

PS: Muito orbigado pela colaboração caro amigo Reniel, boa sorte pra você.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Condições da Terra primitiva

O planeta terra, no início de sua existência, ficou envolvido por uma atmosfera formada por gás carbônico, nitrogênio, amônia, hidrogênio, metano e vapor de água. Embora a maioria dos cientistas concordem com a composição da atmosfera primitiva, discordam sobre a origem dos gases.

Os mais conservadores acham que a água e os gases atmosféricos tenham sua origem no interior do próprio planeta. Outros sugerem que a Terra primitiva deveria ser muito árida e que a maior parte da água e dos gases foi trazida por cometas e asteróides que se chocavam continuamente com a Terra em formação.

Com a contínua perda de calor para o espaço cósmico, a superfície da Terra se resfriou, havendo a formação de uma camada fina de material rochoso (a futura crosta terrestre).

Como a superfície ainda era muito quente para a existência de água na forma líquida, esta evaporava, acumulando-se na atmosfera em forma de vapor.

Ao atingir as camadas superiores e mais frias da atmosfera, o vapor de água se condensava, produzindo nuvens que se precipitavam em forma de chuva. Devido às altas temperaturas da superfície, a água volta a evaporar. Acredita-se que tempestades ocorreram sem intervalos durante dezenas de milhões de anos.

A partir de determinado momento, a superfície da Terra já havia esfriado o suficiente para que a água em forma líquida se acumulasse nas regiões mais baixas da crosta terrestre, formando grandes áreas alagadas, precursoras dos oceanos. Foi em um cenário como esse que devem ter surgido os primeiro seres vivos, dos quais descendem todas as formas de vida passadas e presentes.

PS: crédito ao fisicomaluco.com

sexta-feira, 30 de abril de 2010

A origem dos planetas!

Os cientistas acreditam que restos da nebulosa que formou o sol permaneceram girando ao redor dele como uma nuvem gasosa. Entre 4,5 e 5 bilhões de anos atrás, ocorreram vários pontos de condensação nessa nuvem, originando aglomerados compactos, deles, originaram os planetas, satélites, asteróides e cometas. Formava-se, então, o sistema solar.

As evidências científicas têm mostrado que o planeta terra surgiu por volta de 4,6 bilhões de anos, a partir de um ponto de aglomeração de poeira, rochas e gases no disco de matéria que orbitava o Sol em formação. Durante a formação da terra, a pressão no interior do aglomerado gerou tento calor que materiais rochosos mais internos se fundiram, escapando para a superfície na forma de lava incandescente, em erupções vulvânicas violentas.

Além disso, a Terra em formação era continuamente bombardeada por corpos que vinham do espaço. Em seus primeiros 700 milhões de anos de existência, com certeza, nenhum tipo de vida poderia existir nela, uma vez que suas condições não possibilitavam isso.

PS: Créditos ao fisicomaluco.com