Este blog é um trabalho realizado por Lucas Leal de Andrade, graduando em Ciências Biológicas na Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus de Tangará da Serra-MT.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Pedido de desculpas!
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Água é vida!

O ser humano pode ficar até 5 minutos sem respirar, até 35 dias sem comer, mas morre em 5 dias se não ingerir líquidos. A água é essencial à vida. Todo ser vivo do planeta depende de um fluxo de água contínuo e do equilíbrio entre a água que o organismo perde e a que ele repõe.
Assim como a água irriga e alimenta a Terra, que tem 70% de sua superfície formada por água; o sangue irriga e alimenta nosso corpo que é constituído também por 70% de água.
Quando o corpo perde líquido, aumenta a concentração de sódio que se encontra dissolvido na água. Ao perceber esse aumento, o cérebro coordena a produção de hormônios que provocam a sede. Se não beber água, o ser humano entra em processo de desidratação e pode morrer de sede em cerca de dois dias.
O corpo humano possui muita água, pode-se até dizer que ele é um tanque d'água em que estão dissolvidas várias substâncias. Para se ter uma idéia, um bebê na barriga da mãe tem 95% do seu peso em água, o recém nascido tem 80% e o ser humano adulto tem cerca de 70% de água; sendo a desidratação uma das particularidades da velhice, o idoso tem apenas cerca de 40% do peso em água.
A água do nosso corpo é como um rio navegável, ela propicia nas células, no sangue das veias e artérias, no líquido intersticial e na linfa que corre nos vasos linfáticos, as condições favoráveis para o transporte e ação de diversas moléculas indispensáveis à vida. Na verdade, ao tomarmos água, estamos repondo também sais minerais como o sódio, o potássio, o cálcio, entre outros dissolvidos nela.
Toda água que tomamos não fica parada em nosso organismo, ela está sempre em constante movimento; um adulto pode trocar de 5% a 10% da água consumida por dia. Perdemos água no controle da temperatura do corpo quando suamos e no metabolismo da própria respiração; a quantidade depende da temperatura ambiente e da intensidade de exercícios físicos que fazemos. Podemos eliminar de 1,0 a 20 litros de urina por dia, esse controle é feito pelos rins e aparelho urinário.
Diariamente um adulto perde cerca de 1,5 litro de água, ou seja: por meio da urina - 1 litro; da transpiração - 200 ml; da respiração - 100 ml e da evacuação - 200 a 300 ml. Para suprir essa falta e manter o bom funcionamento orgânico, o mecanismo da sede é acionado.
No cérebro, um centro nervoso controla a sede. Por meio de receptores sensíveis à concentração do sangue é possível saber se há ou não líquido no organismo. Nesse caso, é disparada a vontade de beber. Ao beber, sensores detectam a presença de água indicando ao cérebro se a sede está ou não saciada. Nos rins, outros receptores "fiscalizam" o nível de hidratação do organismo. Se estiver baixo, a ordem é "economizar", então a pessoa pára de urinar. Enquanto desce pelo tubo digestivo, uma porcentagem mínima de água é consumida. O máximo da sua absorção ocorre no intestino, onde a corrente sanguínea é amplamente irrigada.
O sangue "hidratado" beneficia todo o corpo porque distribui melhor os nutrientes que transporta. Quando o nível da água diminui, a pressão cai, a circulação fica lenta e o organismo sofre deixando de receber a energia necessária. O coração faz mais esforço na tentativa de bombear o sangue para todo o corpo, as células cerebrais recebem pouco oxigênio e diminuem sua atividade e o rim filtra menos toxinas. É recomendável a ingestão diária de 300 ml de água por quilo de peso para os adultos; e para as crianças, de seis meses a um ano de vida, de 100 a 120 ml por quilo de peso.
Todos animais e plantas têm muita água em sua constituição, entretanto a quantidade é que pode variar. A água viva tem 95% de água, o tomate 94%, a Minhoca 80%, o Abacaxi 87%, a Galinha 74%, o Peixe 67%. Nos animais em geral, a água é o componente principal do sangue, transportando alimentos e oxigênio a todas as partes do corpo. Nos vegetais a água dissolve os elementos essenciais do solo e os transporta na forma de seiva, das raízes às folhas. Até mesmo dentro de algumas pedras tem água, as chamadas águas fossilizadas.
Hoje, mais do que nunca, a vida do homem depende da água. Para produzir um quilo de papel, são usados 540 litros de água, um litro de leite 4 mil litros de água, para fabricar uma tonelada de aço, são necessários 260 mil litros de água; para obtenção de 1 quilo de carne são necessários de 20 a 60 mil litros de água; enfim, para satisfazer suas necessidades básicas uma pessoa gasta até 300 litros de água por dia.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Vamos Limpar Tangará

Mude seu comportamento. O lixo é responsabilidade nossa!
Exerça sua cidadania.
Vamos fazer um grande mutirão e limpar tangará em um só dia.
Desenvolver a consciência da educação ambiental, envolvendo toda população tangaraense em um mutirão de limpeza e na manutenção de forma permanente desta, a fim de pleitearmos o título de “município ambientalmente responsável”.
Acontecerá dia 17 de outubro de 2010, começando as 8 horas da manhã.
Colabore você também, inscreva-se no blog: http://vamoslimpartangara.blogspot.com/ e obtenha maiores informações.
Ajude. Participe!
Realização: bpw e colaboradores.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Ameiva ameiva Linnaeus, 1758 (Sáuria: Teiidae)

Referências Bibliográficas
TEIXEIRA, R. L. & GIOVANELLI, M. 1999. Ecologia de Tropidurus torquatus (Sáuria: Tropiduridae) da restinga de Guriri, São Mateus - ES, Revista Brasileira de Biologia, 59(1): 11-18.
HUEY, R. B. & PIANKA, E. R. 1981. Ecological consequences of foraging mode. Ecology, 62: 991 – 999.
PETERS, J. A. & DONOSO-BARROS, R. 1986. Catalogue of the Neotropical Squamat. Part II. Lizards and amphisbaenians. U.S. Natl. Mus. Bull. 297 p.
SCHWARTZ, A. & HENDERSON, R. W. 1991. Amphibians and Reptiles of the West Indies: Descriptions, distributions, and natural history. University of Florida Press, Gainesville.
VANZOLINI, P. E. 1972. Miscellaneous notes on the ecology of some Brazilian lizards (Sauria). Pap. Avulsos Zool. (São Paulo), 26: 83 – 115.
VANZOLINI, P. E., RAMOS-COSTA, A. M. M. & VITT, L. J. 1980. Répteis das Caatingas. Academia Brasileira de Ciências, Rio de Janeiro.
VITT, L. J. & COLLI, G. R. 1994. Geographical ecology of a Neotropical lizard: Ameiva ameiva (Teiidae) in Brazil. Can. J. Zool., 72: 1986 – 2008.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Resumo critico: Evolução e religião; Evoluir ou não evoluir?; A Rainha Vermelha e o Bobo da Corte.

A resistência de alguns grupos religiosos à evolução é um problema que me deixa simultaneamente perplexo e entristecido. Como racionalista de carteirinha e cientista militante, tenho dificuldade em entender essa situação. Como pode um indivíduo pensante desprezar evidências empíricas gritantes e concretas para adotar em seu lugar um pensamento anticientífico, com base apenas em revelações e escrituras milenares de origem obscura que alegam ser de autoria divina?
A ciência da evolução não precisa se modificar as crenças religiosas e sim a religião se adaptar com a realidade da evolução. Pois, a teoria de evolução é comprovada com evidências de dados paleontológicos, geológicos e fisiológicos.
Darwin escreveu a origem das espécies e explicou a teoria da evolução, fato realizado a partir da seleção natural. E em momento algum ele propôs a inexistência de Deus, ele simplesmente não precisou desta hipótese para explicar a origem dos seres vivos.
“Existe um desenho aparente nos organismos vivos. Mas a seleção natural é suficiente para explicar isto. Não é necessária a hipótese da existência de um desenhista.”
Assim a evolução por seleção natural é perfeitamente compatível com a crença na existência de Deus. Importante é frisar que os evolucionistas não se preocupam com estás questões espirituais e sim com a geração da diversidade dos seres vivos na Terra.
No meu ponto de vista, como adepto ao evolucionismo, os fatos científicos comprovam e reforçam a teoria da evolução. O problema é que em tempos antigos, a religião foi muito forte e vem sendo até hoje, isto é passado de pai para filho entre os povos. Mas hoje em dia com a ciência em alta, isso tem mudado a forma de pensar de muitos povos.
Algumas pesquisas recentes mostram que a popularidade do evolucionismo no mundo chega a 80%, comprovando uma grande aceitação da teoria da evolução, principalmente em países da Europa e da Ásia.
No Brasil, o IBGE pesquisou, e o criacionismo ainda prevalece, mas pode se notar grandes mudanças, pois, muitos estão relacionando o evolucionismo com o criacionismo.